quarta-feira, 28 de novembro de 2012
COMO O PROFESSOR PODE UTILIZAR A MÚSICA NO COTIDIANO ESCOLAR
O professor ao apresentar e dar oportunidade à criança de conhecer os vários ritmos e gêneros musicais trará a esta criança a possibilidade de tornar-se um ser crítico capaz de comunicar-se por meio da diversidade musical.
Ou seja, para as crianças, a música deve ser apresentada de forma lúdica, e o professor poderá oferecê-las, por intermédio da recreação, utilizando-se dos conhecimentos básicos e das características da música como: altura (agudo, médio, grave), intensidade (forte, fraco) e timbre do som (a característica de cada som, o que nos faz diferenciar as vozes e os instrumentos); duração dos valores proporcionais (longo, curto). A criança brinca voltando-se para aquilo que faz apelo á sua atividade lúdica e a sua sensibilidade. O brinquedo musical liberta, afirma, socializa, equilibrando e fortalecendo sua personalidade.
Independente da abordagem que cada professor venha a escolher para seu planejamento é importante que não torne a música distante da realidade da vida das crianças, ou seja, procurar na música, possibilidades e associações para com suas vivências diárias.
É inegável que a música está presente na nossa existência. Nos deparamos com ela através das rádios, TVs, nos bares, cinemas, espetáculos de teatro, de dança, nas festas religiosas, entre outros. Seja lá onde estivermos ela está presente. Falar da música, sobretudo em situações informais, parece ser algo prazeroso, cativante.
Primeiramente, entende-se a audição musical como um ato de importância dos fenômenos musicais. A música, de fato, tem várias maneiras e ocupações. Ela pode promover sentimentos múltiplos, transportar-nos a ambientes diferentes, trazer lembranças, gerar sonhos e evocar sentimentos que poderiam ser considerados sem nobreza de espírito. Apesar disso, a audição à qual é mencionada, pode estar a serviço da reflexão, uma ferramenta de conhecimento, de extensão das nossas aptidões perceptivas, de meditação e interação. Por outro lado, pode-se destacar que na atualidade somos estimulados a olhar, a ver, somos atraídos pelo visual.
Assim, para que a audição seja utilizada e ensinada aos educandos, faz-se necessário estimular este aspecto físico e sensorial. Atividades, onde o ouvir música seja contemplado, pode ser de fundamental importância para o processo de recuperação de hábitos relacionados a ouvir ou então a fruir.
Outra questão de extrema importância é o estudo da música, atividade que requer dedicação minuciosa, onde é necessário dar todo apoio para crianças e jovens que, apesar das dificuldades econômicas, sociais, culturais, pretendem se dedicar com vigor ao estudo dessa arte. É preciso conscientizá-los a respeito do processo de escuta, encarando-o de vários pontos de vista, seja técnico e humano, sensível e simbólico, individual ou coletivo.
O professor poderá alcançar o interesse dos alunos com relação à música, através de um fato importante, partir da cultura do aluno, ou seja, do que ele conhece, para depois apresentar-lhe as várias manifestações musicais existentes. Sendo que, o uso da música nos ambientes escolares é uma ferramenta para os educadores no que diz respeito à inclusão social.
É preciso considerar o modo como às crianças se relacionam com os sons e silêncios, para que a construção do conhecimento ocorra em contextos significativos, que se insiram descobertas, questionamentos etc. Pois é necessário, que o professor dê à criança a oportunidade de “viver” a música, apreciando, cantando, criando, movimentando o corpo.
Um dos pontos que o professor pode recorrer para a observação do aluno, é descobrir o que este faz em suas horas de lazer, ou até mesmo criar um ambiente na sala de aula, em que os discentes poderão escolher quais atividades desejam realizar. Trabalhar usando a música como ferramenta de apoio é com certeza estimulante, principalmente por ela dar condições de observar a percepção musical das crianças e a sua melhora na sensibilidade, no raciocínio e em sua expressão corporal.
Um trabalho pedagógico-musical deve se realizar em contextos educativos que entendam a música como processo contínuo de construção, que envolve perceber, sentir, experimentar, imitar, criar e refletir.
Os primeiros anos de aprendizagem são propícios para que a criança comece a entender o que é linguagem musical, aprenda a ouvir sons e a reconhecer diferenças entre eles. Todo o trabalho a ser desenvolvido na educação infantil deve buscar a brincadeira musical, aproveitando que existe uma identificação natural da criança com a música. A atividade deve estar muito ligada à descoberta e a criatividade.
Neste contexto, a função do educador musical, parece ser desafiadora, sendo vista que também precisam ser consideradas, durante o processo de ensino/aprendizagem, as complexas questões da subjetividade de cada um como único, na árdua tarefa de reconstruir os caminhos da própria sensibilidade, emoção e intuição. Sempre utilizando o estimulo a educação sonora saudável, para que a audição seja aguçada de forma a contribuir para uma educação que melhor a capacidade de escuta e que os sons se tornem prazerosos.
domingo, 25 de novembro de 2012
DINÂMICAS
Aprendendo o Nome
Objetivo: Integrar o grupo e aprender a fixar o nome das pessoas do grupo.
Duração: 20 minutos.
Material: Sala ampla.
Desenvolvimento: Animador solicita que o grupo, de pé, forme um grande círculo. A seguir, dá início ao exercício: dá um passo à frente, diz seu nome, acompanhado de um gesto com as mãos ou com todo o corpo, quando então as pessoas do grupo repetem em coro o nome do animador e fazem o mesmo gesto.
Prosseguindo, a pessoa à direita do animador diz seu nome e cria um novo gesto. O grupo repete o nome e o gesto do colega, e assim sucessivamente até todos se apresentarem.
Avaliação: Comentar a respeito da técnica.
Os peixinhos no aquário!
Grupo: Esta dinâmica pode ser utilizada com alunos de várias faixas etárias em diversas disciplinas. Ou até mesmo em reuniões de pais.
Objetivos: Desenvolver o raciocínio lógico, o sentido reflexivo e crítico, de tal maneira que possam tornar-se cidadãos conscientes de seus deveres e direitos. Comparar diferenças e igualdades.
Tempo: 1 aula.
Local: sala de aula ou sala grande.
Material: papel pardo, durex, música Peixe vivo, papel sulfite, lápis preto, Lápis de cor, borracha, giz de cera, tesoura, etc.
Desenvolvimento: Faça o desenho de um aquário do tamanho de um papel pardo e fixe-o na lousa. Coloque a música Peixe vivo para eles ouvirem e peça que cantem juntos...
Entregue aos pais um pedaço de papel sulfite (1/4) e peça-lhes que desenhem um peixinho, como desejarem... (tenha a disposição lápis preto e de cores, borracha, giz de cera, tesourinha etc...) e depois recortem. Peça que, assim que terminem, vão à lousa e fixem seu peixinho no aquário.
Após todos fixados, peçam para que eles observem o que realizaram e manifestem o que entenderam sobre a atividade... deixe-os à vontade para falar...
Se necessário, vá conduzindo a conversa para o lado da moral, da ética, do respeito às diferenças individuais.
Pergunte: “Todos os peixinhos estão iguais? Por que são diferentes? (porque todos somos diferentes, temos gostos diferentes, habilidades diferentes, conhecimentos diferentes).
Todos os peixinhos estão indo para mesmo lado? (não) Porque? (porque temos objetivos, metas e sonhos diferentes, caminhamos por caminhos diferentes, viemos de famílias diferentes, etc..) Mas apesar de todas estas diferenças todos são iguais nas suas necessidades de sobrevivência.
Como a gente pode transferir estas idéias para a vida escolar? (aquário = escola; Peixinhos = alunos, professores, funcionários e pais)
Como convivermos juntos, sabendo lidar com estas diferenças, em casa e na escola?
E assim em diante, de acordo com o retorno dos pais...
Conclusão: As dinâmicas na sala de aula têm uma boa aceitação por parte dos pais e facilitam muito a relação professores-pais.
Auto-retrato
Objetivo: Favorecer a integração do grupo, a percepção e o conhecimento do outro através da linguagem não verbal.
Duração: 1 hora.
Material: Folha de papel ofício branco e pincel atômico.
Desenvolvimento: Pedir que cada treinando faça seu "auto-retrato", escolhendo um objeto ou uma imagem que represente a sua característica pessoal mais marcante. Obs.: Pedir que não coloquem nome na folha e não olhem o trabalho dos colegas. Assim que terminarem o desenho, o facilitador recolhe todas as folhas e as redistribui, de forma que cada treinando não receba o seu próprio desenho. Cada treinando vai olhar o desenho que recebeu, imaginar a característica que ele representa e apresentar o possível colega portador desta qualidade. Ex.: Este desenho é um enorme sol, que para mim representa calor humano, amizade, e eu acho que é o Fulano, que tem esta característica. Depois da apresentação, vai pegar a gravura e deixar no centro da sala. Quando todos terminarem, pedir que cada treinando peque o seu desenho e faça a apresentação de sua característica, dizendo se o colega acertou ou não a característica e o desenho.
Observação: Pode acontecer que na primeira apresentação, alguns treinandos fiquem sem ser apresentados e outros sejam apresentados mais de uma vez.
Sugestões para reflexão:
Como foi identificar o colega pela característica?
Quais as dificuldades encontradas?
Quais os sentidos que vocês tiveram que utilizar? (percepção - atenção - visão ...)
Como você se percebe?
Como as pessoas costumam te perceber?
Como você se sentiu quando o colega estava apresentando a sua característica?
Como você se sentiu apresentando-se?
Atividade complementar: Depois do debate, solicitar que o grupo faça um painel com todas as características, representando "a característica desta turma".
Pontos de reflexão sobre a construção do painel:
Como foi realizada a atividade?
Todos participaram?
Como foi a participação? (lideranças, obstáculos, passividade...).
Como realizamos nossas atividades em grupo?
Que papéis assumimos?
Chegada: as boas vindas:
Objetivo: Auxiliar na apresentação e memorização dos nomes e características dos adolescentes que participam do grupo.
Duração: 20 minutos.
Material: Sala ampla e pares de balas doces.
Desenvolvimento:Trabalho individual: O facilitador passa um saco contendo os pares de balas doces e pede que cada participante retire uma para si.
Após a distribuição aos participantes, pede que cada um procure seu par (de bala igual) e sente-se ao seu lado.
Trabalho em duplas: A bala é liberada para ser chupada. O facilitador orienta para que cada um fale ao seu par sobre o que quiser, por 5 minutos.
Trabalho em grupo: O facilitador pede que os participantes formem um círculo e que cada um apresente o seu par: nome, idade, trabalho, signo, desejos, enfim, tudo o que descobriu sobre a outra pessoa.
É ressaltada a importância de todos estarem atentos às apresentações, pois todos merecem e precisam ser bem recebidos.
Sugestões para reflexão:
Qual o seu sentimento frente ao desconhecido?
Quais as características comuns ao grupo?
Resultados esperados:
Integração do grupo pela apresentação.
Descontração do grupo para iniciar os trabalhos.
Aprofundamento recíproco das características do grupo
O JOGO DAS SAUDAÇÕES
OBJETIVO GERAL: Facilitar o entrosamento, despertar a cordialidade e espontaneidade.
OBJETIVO ESPECÍFICO: Atividade inicial para promover aproximação entre os colegas, ou entre eles e crianças novas, no primeiro dia do ano em que se encontram.
COMO JOGAR:- Peça que todos se levantem e caminhem pelo espaço. Avise que você vai dar um sinal (pode ser uma palma ou apito) e, quando o ouvir, cada um deverá parar diante de um colega, trocar um olhar e acenar com um “tchauzinho”. Quem não conseguir um par para fazer isto irá sentar-se no chão.- A brincadeira recomeça. Todos voltam a caminhar pelo espaço, pois ninguém fica de fora, neste jogo. Só que agora a regra é outra: ao ouvir o sinal, todos vão parar diante de duas pessoas (nenhuma pode ser a mesma de antes), trocar um olhar e perguntar os seus nomes. Quem não conseguir, vai sentar-se no chão. Agora, vamos parar e segurar a mão de três pessoas, que não sejam as mesmas das etapas anteriores.- Em seguida, vamos dar um forte abraço em quatro pessoas...- Para terminar, todos vão cumprimentar quem ainda não cumprimentaram e voltar aos seus lugares.
domingo, 18 de novembro de 2012
A GALINHA MAGRICELA
A Galinha Magricela
Eu conheço uma galinha
A galinha da vizinha
Avezinha magricela e depenada
Quem tem pena da galinha
Avezinha depenada
A galinha magricela da vizinha?
Bota ovos pela sala
No banheiro e na cozinha
Ela bota, bota, bota
Sem parar
A galinha magricela
Bota ovos sem parar
A galinha magricela
É magrela de botar
A galinha magricela
E bota um e bota dois e bota três
A galinha magricela
Vira cambota e bota quatro de uma vez
A galinha magricela
E bota dez e bota cem e bota mil
A galinha magricela
Bota ovo bota banca
De mais bela do Brasil
Eu conheço uma galinha
A galinha da vizinha
Avezinha magricela e depenada
Quem tem pena da galinha
Avezinha depenada
A galinha magricela da vizinha?
Bota ovos pela sala
No banheiro e na cozinha
Ela bota, bota, bota
Sem parar
A galinha magricela
Bota ovos sem parar
A galinha magricela
É magrela de botar
A galinha magricela
E bota um e bota dois e bota três
A galinha magricela
Vira cambota e bota quatro de uma vez
A galinha magricela
E bota dez e bota cem e bota mil
A galinha magricela
Bota ovo bota banca
De mais bela do Brasil
MÚSICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL
FALANDO DE MÚSICA
“Freqüentemente a música é considerada mera distração, quando na realidade, ela
é a expressão mais íntima de todos nós. As atividades artísticas constituem
formas do indivíduo evidenciar suas emoções e exercer seu pensamento. A música
acaba se destacando como uma dessas artes, estimulando o impulso vital, a
inteligência, a vontade, a imaginação criadora, a sensibilidade e o amor, que
são as mais importantes atividades psíquicas de todos os seres humanos, ou seja,
a maior particularidade da música é unir, harmoniosamente, o conhecimento, a
percepção e a ação.
Para aprender música não é necessário ter um talento especial. Isso pertence a
todos. E um dos principais deveres da escola é o de assegurar a igualdade de oportunidade
para que todo aluno tenha acesso à música e ser educado musicalmente, não
importando o ambiente sociocultural de origem.
A música é um dos maiores estímulos para a ativação dos circuitos do cérebro; o
objetivo da música na escola é musicalizar, ou seja, tornar o aluno receptível
e sensível ao fenômeno sonoro. Desenvolver a criatividade do aluno utilizando
elementos simples do cotidiano, desmistifica a idéia de que trabalhos criativos
precisam de grandes elementos para a sua confecção; e isto também se aplica à
música!
Apesar de haver grandes dificuldades para se trabalhar o tema “música”,
principalmente nas escolas públicas, o maior alvo do professor deveria ser o de
fazer com que o aluno construa uma forma de pensamento crítico. Torna-se necessário
criar e/ou descobrir meios disponíveis de emergência, para não se deixar levar
pelas dificuldades e falta de recursos, levando-nos a uma atitude apática de
não fazer nada, além de usar a própria dificuldade como desculpa.”
(Trecho de artigo de Riane da Costa Gomes, professora de educação musical da
Rede Municipal de Ensino.)
MÚSICA e EDUCAÇÃO INFANTIL
É necessário que a professora dê à criança a oportunidade de “viver” a música,
apreciando, cantando, criando, movimentando o corpo. A música, associada à
expressão corporal, pode ajudar o aluno a descobrir o seu próprio ritmo,
ordenar a motricidade excessiva e harmonizar movimentos. Todo ser humano possui
um ritmo vital, que pode ser descoberto ou educado ritmicamente através de
atividades ligadas a musicalização.
A MÚSICA “DA HORA”
A música pode ser utilizada como elemento sensibilizador e marcador
cronológico, auxiliando o aluno na construção e organização dos conceitos de
tempo e espaço. Por isso, é importante o uso de canções que servem para marcar
o início, final ou execução de determinadas tarefas, como hora da história,
merenda, higiene etc. Nessas horas, principalmente nos ambientes externos, a
música faz com que o aluno se sinta “parte daquele grupo”, auxiliando a
professora com a disciplina e formação de hábitos.
A utilização da música como forma de marcar os tempos de transição é uma das
práticas comuns nas escolas de educação infantil: “Para marcar a transição
entre o tempo de trabalho e o tempo de organização, os educadores usam diversas
estratégias com a finalidade de motivar e apoiar as crianças na transição de um
momento da rotina para o seguinte: uma sineta, um pandeiro, uma música ” (in,
ZABALZA, M. Qualidade em
Educação Infantil )
Esta é uma das formas de se utilizar a música na educação infantil, mas
restringir a música a estes momentos significa “tolher” o potencial criador dos
alunos e tirar-lhes a oportunidade de conhecer a nossa vasta e rica cultura
musical.
MÚSICA “ALÉM DA HORA”
É extremamente importante desenvolver atividades de educação musical em formas
de jogos e brincadeiras, afinal, estamos falando de Educação Infantil!
A iniciação musical deve ser realizada em forma de brincadeiras, valorizando o
lúdico e o prazer.
A utilização de cantigas e brincadeiras folclóricas ao longo do ano enriquece
as atividades de iniciação musical. Com um folclore rico como o nosso torna-se
um “desperdício” trocá-lo por canções puramente comerciais ou reproduções de
músicas do folclore estrangeiro por artistas brasileiros (aqueles bem
conhecidos do público infantil mas de qualidade musical duvidosa). Não devemos,
com isso, excluir totalmente este tipo de música, pois elas fazem parte do
universo musical e ambiente social do aluno, mas como EDUCADORES, temos o dever
de oferecer educação de qualidade em todos os aspectos, além de contribuir para
a formação de um olhar crítico à cultura massificada.
As sugestões de atividades estarão organizadas em fichas para melhor manuseio e
auxiliar no planejamento.
As atividades de iniciação musical possuem como objetivos desenvolver e/ou
ampliar:
Senso rítmico;
Linguagem oral e articulação;Expressão corporal;
Memória auditiva e visual;
Experiências com o corpo;
Enriquecer o repertório musical;
Atenção, concentração e controle;
Livre expressão criadora;
Hábitos e atitudes com relação ao uso de instrumentos musicais;
Construção da orientação espaço-temporal;
Coordenação motora;
TRABALHANDO COM INSTRUMENTOS
Antes do trabalho com os instrumentos é necessário ter explorado outras formas
de iniciação musical como barulhos do corpo, pesquisa de sons, criação de sons
com objetos diversos (papéis, blocos, folhas secas), observação dos barulhos na
natureza e do ambiente etc
O uso dos instrumentos musicais deve ser feito gradativamente. Primeiro, é
preciso fazer com que a criança os conheça. Em rodinha, apresente um
determinado instrumento, deixe que cada criança pegue, aperte, sinta o cheiro,
veja se é duro ou mole, se é de metal, de plástico etc. Comece com um
instrumento por dia. Deixe que a criança perceba que som faz aquele
instrumento, fale o nome.
É extremamente importante conversar com os alunos sobre os cuidados que devemos
ter com os instrumentos: guardar cada coisa no seu lugar, e os cuidados de
manuseio. A disciplina da professora para reforçar esses cuidados é fundamental
e a utilização politicamente correta dos equipamentos é bem-vinda!
Qual é a cor do Amor
QUAL É A COR DO AMOR
- Qual é a cor do amor? - perguntou o elefantinho
cinzento - será que é verde?
- Não sei se isso é verdade, mas a grama é verde,
então talvez o amor seja azul - disse o velho carinhoso avô.
- Qual é a cor do amor? - perguntou o elefantinho
cinzento - será que é azul?
O tigre se deitou e rolou de costas - não sei a
resposta, meu caro amiguinho; o céu é azul... talvez o amor seja amarelo!
- Qual é a cor do amor? - perguntou o elefantinho
cinzento - será que é amarelo?
O leãozinho abriu um olho, muito cansado para
brincar. Bocejou e falou:
- Este sol quente é amarelo; o amor não será
vermelho?
- Qual é a cor do amor? - perguntou o elefantinho
cinzento - será que é vermelho?
A arara, pousada em cima de um galho, falou:
- Vermelho é das flores, o amor é brilhante...
portanto, é bem simples: o amor é branco!
- Qual é a cor do amor? - perguntou o elefantinho
cinzento - será que é branco?
- Não, o amor não é branco - disse a zebra - não,
eu acho que... o amor é tão belo que só pode ser cor-de-rosa!
- Qual é a cor do amor? - perguntou o elefantinho
cinzento - será que é rosa?
- Rosa? - gritou o flamingo - não, não pode ser. O
amor deve ser laranja como o pôr-do-sol à tardezinha.
Desanimado e cansado ao fim do dia, o elefantinho
cinzento falou:
- Já sei a quem perguntar, e logo pensou em sua
mamãe.
Despediu-se do flamingo com suas pernas compridas e
passou pela zebra na beira do rio.
O leãozinho se fora de sua pedra ao sol e o tigre
saiu correndo, atrás da caça.
O elefantinho foi até a beira da água e molhou a
pata. Ele disse à sua mãe:
- Será que alguém sabe? Já tentei todas as cores,
da grama às flores, do céus às nuvens, e até o sol lá em cima... mas ninguém
soube me dizer a cor do amor.
- Qual é a cor do amor?
- Eu lhe digo, filhote...é tão escuro como a noite,
e tão brilhante como o sol; pense numa cor e ali está o amor; o amor é toda
cor, é tudo, em todo lugar.
- Qual é a cor do
amor? São todas as cores à nossa volta, porque nada mais importa quando você
encontra o amor
Músicas para Ed. Infantil
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